Nossos projetos e ações, com ganhos sociais e ambientais concretos, estão
sempre
alinhados com as ODSs da
ONU, da qual é signatário.
Sempre buscamos implementar práticas que minimizem o impacto ambiental de nossas atividades, promovendo a
preservação e conservação dos recursos naturais. Afinal, a sustentabilidade ambiental é uma responsabilidade
coletiva para garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.
Primeira obra claramente autoral de Oscar Niemeyer, tornou-se referência paradigmática na história da arquitetura moderna brasileira, integrando um plano de modernização da Cidade de Belo Horizonte, que viveu um processo de intensa expansão territorial e populacional nos anos 1940 e 1950.
A partir de Pampulha, ficou claro que essa arquitetura não poderia mais ser compreendida como mera aplicação local de preceitos corbusianos, mas vista como um estilo único, uma releitura do Barroco, de uma forma mais concisa, experiência que só o concreto armado e o gênio de Niemeyer proporcionaram ao mundo.


Terceira residência que o arquiteto projeta para a própria família.
O projeto acomoda as áreas íntimas na parte inferior do terreno, conformando na parte alta uma bela esplanada onde se dão os usos coletivos da casa. Essa divisão do programa restituiu a privacidade, no resguardo do pavimento inferior, sem renunciar à transparência privilegiada da casa na parte superior. Os panos de vidro estão sombreados por uma cobertura sinuosa com generosos balanços.
A integração com a paisagem não se restringe à transparência, composta em torno de uma grande rocha encontrada no terreno, a casa a incorpora de maneira muito poética. Incrustada entre o interior e o exterior da residência, essa rocha parece determinar os contornos da piscina, contrastando ao mesmo tempo, com a delicada leveza da estrutura e da volumetria da casa de forma geral.
Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi o primeiro monumento a ser criado em Brasília.
Na praça de acesso ao templo, encontram-se quatro esculturas em bronze, de Alfredo Ceschiatti, com a colaboração de Dante Croce representando os evangelistas.
O batistério, em forma ovoide, teve em suas paredes o painel em lajotas cerâmicas pintadas em 1977 por Athos Bulcão. O campanário composto por quatro grandes sinos, doado pela Espanha, completa o conjunto arquitetônico. A cobertura da nave tem um vitral composto por dezesseis peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom inseridas entre os pilares de concreto.
A via sacra é uma obra de Di Cavalcanti. Na entrada da catedral, encontra-se um pilar com passagens da vida de Maria, mãe de Jesus, pintados por Athos Bulcão.


O Projeto do Memorial da América Latina, encomendado pelo governador de São Paulo, Orestes Quércia, destina-se a promover uma melhor aproximação entre os povos latino-americanos.
O conjunto compreende o Salão dos Atos, uma biblioteca, uma sala de exposições, um auditório e um bloco administrativo. A ideia era criar uma grande praça cívica onde o povo pudesse se encontrar.
Prevaleceram ainda neste conjunto as grandes superfícies curvas, brancas, a se repetirem em função da unidade. E na praça, a mão aberta que Oscar desenhou, com sete metros de altura, o sangue a correr até o punho, representando a América Latina.
O MAC Niterói é uma das construções mais belas do mundo. A relação entre construção e paisagem atinge neste projeto um momento de síntese na obra do arquiteto, uma obra prima da arquitetura contemporânea.
O terreno foi escolhido pelo próprio Niemeyer, juntamente com Ítalo Campofiorito e o prefeito da cidade. Trata-se de um promontório rochoso que se destaca na paisagem escapada de Niterói e se volta para a vista espetacular da Baía de Guanabara.
O MAC de Niterói é composto através de segmentos de retas e curvas tangentes. Sensível à paisagem, o arquiteto fez com que a inclinação da fachada coincidisse de maneira sutil com uma diagonal da natureza: a pendente do Pão de Açúcar. O acesso ao museu é através de uma rampa que promove um percurso de 360° ao redor da paisagem do próprio MAC.

A sede do Partido Comunista Francês está implantada em meio à trama urbana de Paris.
Essa circunstância urbana era nova na obra de Niemeyer, exigindo-lhe uma solução singular. Na solução proposta pelo arquiteto, a disposição sinuosa do bloco de administração prolonga o espaço da praça e restitui o espaço vazio necessário à contemplação dos volumes ali dispostos, possibilitando um destaque ao edifício.
Uma cúpula branca abriga a grande sala de conferências.


Oscar Niemeyer retomou o Partido formal empregado no Palácio do Itamaraty (1962), em Brasília, acrescentando, no entanto, uma variação fundamental: o espaçamento irregular entre as colunas e arcadas de concreto, criando um ritmo movimentado que se associou à música.
Se no Itamaraty, o exoesqueleto de concreto sustenta apenas a cobertura do edifício, na sede da Mondadori a dupla fileira de apoios sustenta grandes vigas de concreto que, por sua vez, suspendem através de tirantes os cinco pisos do edifício, liberando-o do solo.
Niemeyer realiza aqui uma poderosa conciliação entre intuição estética e raciocínio estrutural.
O projeto apresenta dois setores distintos. Um, localizado em um bloco de 4 pavimentos compreende salas de trabalho, com paredes removíveis a fim de tornar fácil qualquer modificação futura. Outro, salas de reunião, auditórios, salões para congressos e um grande espaço livre destinado, conforme o caso, para restaurante, sala de recepção ou festas.
A ideia de dar a esses setores maior independência justifica a praça rebaixada e os acessos diretos e separados, tanto para o bloco de salas, quanto para o setor de reuniões, congressos etc. Uma obra com a marca Niemeyer, com um poder de síntese fantástico para atender o programa apresentado.


O projeto situa-se no prolongamento da Bacia do Comércio e estabelece uma transição entre a vastidão do mar e a presença massiva dos prédios racionalistas de Perret.
A singularidade do partido está na criação de uma praça rebaixada. Além de protegê-la dos ventos frios e úmidos, a diferença de nível permite que o espaço seja apreendido em pontos de vista diversos e inusitados.
Por ocasião da comemoração dos 25 anos do Prêmio Príncipe das Astúrias, em 2006, Oscar Niemeyer condecorado em 1989, presenteou a Instituição com um projeto para a sua sede.
O complexo arquitetônico, afinal, não veio a abrigar a sede do Prêmio, mas uma Fundação Cultural que levou o nome do arquiteto brasileiro. O centro se implanta junto às águas, como âncora de um projeto chamado “A ilha da inovação”, que pretende revitalizar uma antiga área industrial da cidade.
Abarcando exposições de arte, espetáculos de música, teatro, dança e cinema, além de restaurantes, o conjunto é constituído por quatro edifícios: uma cúpula circular, um auditório, um pavilhão curvo – que inclui um centro cinematográfico, e uma torre mirante que abriga o restaurante, referência de verticalidade no conjunto.
Integram o complexo uma marquise sinuosa ligando a cúpula ao auditório e a grande praça na qual se implantam.


O projeto de instalação dos pórticos, idealizado pelo Instituto Arte Brasil, é fruto da parceria do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba com o Ministério Público do Trabalho, apoio da Prefeitura Municipal de Brumadinho, da Associação dos Familiares de Vítimas Atingidos da Tragédia do Rompimento da Barragem Mina Córrego Feijão de Brumadinho (Avabrum) e do Instituto Social Oscar Niemeyer, detentor dos direitos e do acervo do arquiteto.
O pórtico vai abrigar uma exposição permanente sobre Oscar Niemeyer, e outra exposição em respeito às 272 vítimas da tragédia. O local sofreu muito após o rompimento da barragem, a ideia é que a obra renove e inspire, de alguma forma, a cidade.
Brumadinho não é apenas o local onde um crime foi cometido, mas também uma cidade próspera, com várias possibilidades culturais e uma população que pode se reerguer e se ressignificar.
A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), o governo federal e a Itaipu Binacional anunciaram que a geradora de energia vai investir R$600 milhões para retomada das obras do campus Niemeyer.
Com construção parada desde 2014, o projeto foi o último assinado pelo arquiteto antes de sua morte, em dezembro de 2012.
O projeto é baseado na Universidade de Brasília e na de Constantine, na Argélia, com o objetivo de unir todas as disciplinas no mesmo prédio para ter uma integração maior e uma valorização do estudo. Além de oferecer aos estudantes toda a estrutura de que eles podem precisar ao longo de sua formação, assim como vazios para circulação e fruição.
No projeto, temos marcas características do arquiteto em toda sua concepção, como passarelas e o uso de linhas curvas.


Um teatro projetado por Oscar Niemeyer e engavetado há cerca de 30 anos pode se tornar o novo centro de eventos de Maringá. Com formato que lembra um livro aberto ou um pássaro em pleno voo, o espaço terá 11 mil metros quadrados e altura máxima de 25 metros, divididos em seis pavimentos.
Ele deve abrigar, além de um auditório com palco reversível, espaços de exposições, uma pequena biblioteca para o acervo bibliográfico do município e um espaço para café ou bar, isso sem contar sanitários, camarins, áreas técnicas e administrativas, jardins e estacionamento.
A ideia é erguer a edificação, que integrava o Complexo Ágora, uma ampla proposta desenvolvida por Niemeyer entre os anos 1980 e 1990 para o Novo Centro do Município.
A sede do Partido Comunista Francês está implantada em meio à trama urbana de Paris.
Essa circunstância urbana era nova na obra de Niemeyer, exigindo-lhe uma solução singular. Na solução proposta pelo arquiteto, a disposição sinuosa do bloco de administração prolonga o espaço da praça e restitui o espaço vazio necessário à contemplação dos volumes ali dispostos, possibilitando um destaque ao edifício.
Uma cúpula branca abriga a grande sala de conferências.
